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A minha avó costumava repetir uma sentença que deveria ser de reflexão obrigatória em todas as escolas de diplomacia: « Nunca fales tão bem de alguém, que não possas falar mal mais tarde. Nunca fales tão mal de alguém, que não possas falar bem mais tarde.»
Dediquei-me a aperfeiçoar este princípio de vida, até o resumir em duas palavras: «Nunca fales!»
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O bom déspota, in O Livro dos Camaleões, José Eduardo Agualusa
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