sexta-feira, 20 de novembro de 2015

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É uma questão que me é cara, fico feliz, há muito que o devíamos às crianças institucionalizadas, não posso, no entanto, deixar de concordar com FSC:

"Embora pessoalmente não tenha objeções substantivas perante ambas as iniciativas, não me parece correto que se crie a ideia de que a agenda parlamentar está como que refém de causas "fraturantes", que o país está muito longe de assumir como urgentes. Em especial, fica criada a ideia de que o PS vai a reboque de uma agenda que não é a sua. Menos feliz e sintomático me parece também o facto de se terem detetado, e evidenciado a público, divergências formais entre os partidos da nova maioria quanto ao modo de apresentação da questão da reposição dos feriados, o que obrigou ao atraso na iniciativa legislativa - cuja pressa, aliás, não é nenhuma. "First things first", dizem os ingleses e com razão." 

Contra o Vento, duas-ou-tres.blogspot.com

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