quarta-feira, 1 de abril de 2015

saudades dos raspanetes da infância

Com um olho aberto e outro fechado, oiço a minha avó, na outra ponta da casa, a impor respeito às bisnetas. Tenta tchova-las para a sala, onde podem "estar debaixo de olho". 
A ladainha em "tom de comando" termina com um:
- Vamos, lino!
E de repente o tempo volta umas décadas atrás [que raios, esse tempo que já se mede em décadas com vários esses], às tardes de fim de verão em Favaios, quando os Primos pintavam a macaca.

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