O R é um amiguinho da R que nutre uma afeição especial por ela, e isto é dizer pouco.
Na festa de anos do R havia chapéus de piratas para todos os meninos e dois chapéus de capitão, um para o R, outro para o nosso Texuguinho. Mais!, cada familiar do R que chegava perguntava pela R, impressionante para os pais e assustador para o nosso bichinho do mato que trepava por mim acima de cada vez que um tio/tia, primo/prima a queria conhecer.
Passou-se isto em Janeiro.
Chegados ao dia da Mãe, Maio portanto, tinha o assunto esquecido [pensava eu que os 4 anos do R não lhe permitiam a perseverança necessária à falta de correspondência da R]. Não só me enganei redondamente, como constatei, com alguma surpresa, que a R procurava o apoio da mão do R nos momentos de maior insegurança. Conquistou o meu apreço o rapaz.
Hoje foi dia de trabalho exposto no corredor da escola, a pergunta era "O que te faz feliz?". Hoje o R conquistou o meu coração.

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