segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Das respostas difíceis

A L vive atenta a tudo e pergunta, pergunta muito. Já teve a fase dos [e queiram perdoar a falta de tacto, mas as crianças são tudo menos subtis] anões, dos pretos, e dos deficientes, mais tarde dos homossexuais e do sexo. Para todos consegui respostas simples, claras e capazes de lhe contentar a curiosidade, sempre verdadeiras, que não gosto de lhe escamotear o mundo [ou quase sempre, vá, que no respeitante ao sexo deitei mão do feminino/masculino, que, não deixando de ser verdade, para o caso não equivale]. Ontem perguntou-me o que era Auschwitz, respirei fundo e contei-lhe a história, não percebeu, como poderia?

2 comentários:

  1. É o que vale ter tantos livros sobre a 2ª Guerra Mundial em casa.
    Se calhar até falas a dormir. :)

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  2. não caríssimo, foi a propósito de uma reportagem da TV...

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