Não paro de me surpreender com os enófilos que surgem como cogumelos a cada refeição, e que sem aviso prévio, ou mesmo solicitação, nos elucidam sobre as qualidades do vinho, que não pedimos, e não estamos a beber.
E mal de nós se encontram par à mesa, que é certo afundarmos-nos numa troca de adjectivos encorpados, sem resultado aparente.
O que é feito da jarra de vinho da casa?
Não me entendam mal. É que sendo familiar de produtores, me sinto diminuída por as minhas capacidades apreciativas modelo se resumirem a "É bom!" / "Não gosto.".
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