Por estes dias, com o F. em Lisboa, acampamos em casa dos avós. A L. gosta. Dorme com a mamã.
Todas as noites o avô Q. a mima com uma botija de água quente na cama, para combater as agruras dos lençóis frios.
Sempre que se deita, uma L. acalorada sopra-me em surdina, em cuidados para o avô não a escutar, “Mamã, pega a gotija para o teu lado. O meu já está muito arrefecido!”
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