"Olá bebé!", retorquiu prontamente o Cherriupiupiu.
"Bebé não, R.!", corrigiu de sobrolho franzido, "E aquela ali a dormir é a minha mana L. Daqui a bocadinho chega o papá, e a mamã está na cozinha a preparar o pequeno almoço!", e do mesmo fôlego desafiou o Cherriupiupiu, "Chega-te mais à nossa beira! Anda ver que bonito é o nosso quarto. Já não temos muito tempo até o papá vir!".
"Bebé não, R.!", corrigiu de sobrolho franzido, "E aquela ali a dormir é a minha mana L. Daqui a bocadinho chega o papá, e a mamã está na cozinha a preparar o pequeno almoço!", e do mesmo fôlego desafiou o Cherriupiupiu, "Chega-te mais à nossa beira! Anda ver que bonito é o nosso quarto. Já não temos muito tempo até o papá vir!".
O Cherriupiupiu emudeceu e enterrou-se no ninho até a R. quase não o ver.
"O que foi? Dói-te a barriga?! A mamã costuma fazer-me festinhas doces e passa. Só tens de chorar um bocadinho..."
"Não... É que eu não posso ir até aí...", a voz do Cherriupiupiu foi-se extinguindo num murmúrio, até quase não se ouvir, "Não sei voar...".
(continua)
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