Estava tudo sossegado. De certo o Amigo Vento ainda sonhava com as partituras que ia tocar durante o dia. “Árvore?!”, chamou a medo.
“Não R.! Estica só mais um bocadinho os dedinhos dos pés! Sou o Cherriupiupiu. Estou aqui mais em baixo.”
A R. esticou-se ainda mais, até os dedinhos dos pés quase deixarem de tocar no colchão, e conseguiu ver um passarinho cor de carvão a olhar para ela. “Olá!”
(continua)
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