A R. sabia que ainda tinha um tempinho até chegar o papá para as levar para a cozinha. Enquanto a mana L. tentava resgatar o calor do último sonho, agarrou-se às grades da cama, esticou muito bem os dedinhos dos pés, e espreitou a Árvore. “Bom dia!”
“Bom dia!”, ouviu uma voz hesitante.
O susto foi tão grande, que a R. largou as grades e aterrou de costas no colchão. A Árvore nunca lhe tinha respondido!
(continua)
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