Quando entrei na sala a L. estava debruçada sobre a irmã com um dedo enfiado no ouvido dela. A patarata da R., como com todas as graçolas da irmã, tentava decidir-se se ria, se chorava.- L. sai daí! O que estás a fazer?!
- A R. tem cera no ouvido!...
- Não voltas a fazer isso, ouviste? Magoas a tua irmã!
- (A L. examinou cuidadosamente o dedo mindinho) Não sei porquê! Isto é tão fininho!
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